{"id":1755,"date":"2020-11-13T17:58:43","date_gmt":"2020-11-13T20:58:43","guid":{"rendered":"https:\/\/oberro.unicap.br\/edicoes\/2020_2\/?p=1755"},"modified":"2020-12-14T16:38:01","modified_gmt":"2020-12-14T19:38:01","slug":"a-hegemonia-estadunidense-e-a-ascensao-de-novas-formas-de-cultura-entre-o-publico-jovem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oberro.unicap.br\/edicoes\/2020_2\/a-hegemonia-estadunidense-e-a-ascensao-de-novas-formas-de-cultura-entre-o-publico-jovem\/","title":{"rendered":"Ser\u00e1 o fim da hegemonia cultural dos EUA entre o p\u00fablico jovem?"},"content":{"rendered":"<p class=\"normal\">Consumo de conte\u00fados culturais por parte dos jovens ainda \u00e9 dominado por produ\u00e7\u00f5es norte-americanas, mas conte\u00fados de outros pa\u00edses t\u00eam ganhado destaque<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde o final de Segunda Guerra, a cultura mundial \u00e9 dominada pelos Estados Unidos com a pot\u00eancia do cinema de Hollywood, por exemplo, de movimentos musicais como blues, jazz e de grandes espet\u00e1culos teatrais e movimentos culturais que moldaram a cultura do S\u00e9culo 20. At\u00e9 hoje, pode-se afirmar que a produ\u00e7\u00e3o cultural mais consumida ao redor do mundo \u00e9 majoritariamente, mas, de alguns anos para c\u00e1, essa situa\u00e7\u00e3o parece estar mudando. Conte\u00fados como m\u00fasicas, desenhos animados, filmes, entre outros, de diferentes pa\u00edses e com diferentes tipos de representatividade t\u00eam ganhado mais espa\u00e7o, principalmente entre o p\u00fablico jovem, atrav\u00e9s da visibilidade garantida oferecida pelas redes sociais..<\/p>\n<p><strong>Hegemonia Norte Americana<\/strong><\/p>\n<p>Para a jornalista D\u00e9bora Nascimento, rep\u00f3rter especial da revista Continente e colunista do site, o que mais pesa para a hegemonia cultural americana \u00e9 a quest\u00e3o financeira. \u201cHouve um momento em que o Reino Unido trouxe uma leva de artistas de m\u00fasica que renovaram a cara da m\u00fasica popular e do mercado a partir dos anos 1960 e 1970 e nos anos seguintes tamb\u00e9m. Ou seja, a maior parte das melhores bandas do rock e do pop n\u00e3o vieram dos Estados Unidos. Mas na lista dos dez artistas que mais ganharam dinheiro em 2019 h\u00e1 oito norte-americanos, \u202aTaylor Swift\u202c, \u202aKanye West\u202c, Eagles, \u202aBeyonc\u00e9\u202c, \u202aJay-Z\u202c, Drake, P Diddy, \u202aMetallica\u202c. Ent\u00e3o, podemos supor que o mercado ainda \u00e9 dominado por eles no sentido do lucro comercial.\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>No contexto do audiovisual, a tamb\u00e9m jornalista Angela Valp\u00f4rto alerta que a ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica americana est\u00e1 come\u00e7ando a perder o protagonismo norte americano, mas os passos s\u00e3o lentos. Ela aponta a quest\u00e3o dos cinemas que, em grande maioria, sempre d\u00e3o mais espa\u00e7os aos grandes \u201cblockbusters\u201d de Hollywood. \u201cA cultura estadunidense j\u00e1 ocupou um destaque maior mas ela \u00e9 ainda a mais disseminada\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Representatividade<\/strong><\/p>\n<p>Quem sempre consumiu e deu mais espa\u00e7o \u00e0 cultura americana mas est\u00e3o mais , abertos e se conectando com diferentes tipos de conte\u00fado s\u00e3o os jovens, principalmente os adolescentes que sempre procuram em produtos culturais algo que os \u201caconchegue\u201d, algo que os fa\u00e7a se sentir representados e promova um sentimento de pertencimento. \u201cOs jovens sempre tiveram muita dificuldade de se verem representadas na m\u00eddia mainstream porque tudo sempre foi muito pautado no que dava audi\u00eancia no que era padr\u00e3o\u201d, conta Angela.<\/p>\n<p>Antes, de acordo com D\u00e9bora Nascimento, artistas famosos que eram bastante queridos pelos mais novos n\u00e3o conseguiam se expressar. Existia todo um \u201ctabu\u201d para isso. Hoje, quest\u00f5es como a orienta\u00e7\u00e3o sexual s\u00e3o abordadas com mais facilidade. Diferentes etnias, ra\u00e7as sendo mostradas nos conte\u00fados culturais s\u00e3o aceitas, como se os jovens necessitasse desse tipo de conte\u00fado para melhor se compreenderem.<\/p>\n<p>\u201cArtistas LGBTQIA+, negros, latinos t\u00eam conquistado mais espa\u00e7o para divulgar seus trabalhos e para encontrar seus p\u00fablicos. A divulga\u00e7\u00e3o dessas tem\u00e1ticas antes acontecia de uma maneira mais velada e discreta. Poucos artistas exploravam temas Queer e raciais, tanto em seus trabalhos quanto em suas falas. Nem mesmo artistas abertamente gays, como Freddie Mercury ou \u202aBob Mould\u202c, explicitaram sua sexualidade nas letras de suas m\u00fasicas. Atualmente, isso \u00e9 feito de forma mais aberta e maci\u00e7amente. Esse novo cen\u00e1rio tem a ver tamb\u00e9m com a propaga\u00e7\u00e3o maior de uma ideia de liberdade para expressar comportamentos, desejos, vis\u00f5es de mundo, origens. E tamb\u00e9m, claro, pelo fato de os ve\u00edculos constatarem que h\u00e1 um feedback mais positivo do que negativo do p\u00fablico.\u201d relatou.<\/p>\n<p><strong>O fen\u00f4meno da internet<\/strong><\/p>\n<p>A internet \u00e9 o principal motivo dos Estados Unidos estarem perdendo o total protagonismo na cultura. Pesquisa realizada pelo network de firmas independentes, PwC, que analisou o comportamento de jovens entre oito e dezoito anos, quanto mais v\u00e3o crescendo crescem e se tornam adolescentes, eles consomem mais formas de entretenimento. Segundo a pesquisa, a m\u00e9dia de consumo desse p\u00fablico \u00e9 de quinze horas semanais e a facilidade com que conte\u00fados diversos podem ser consumidos na rede \u00e9 inegavelmente uma grande raz\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO acesso facilitado a esses produtos \u00e9 fundamental para que isso ocorra. Algumas d\u00e9cadas atr\u00e1s, havia uma grande dificuldade para se ter contato com a cultura de outros pa\u00edses. Antes da internet, era necess\u00e1rio viajar para poder adquirir esses produtos ou import\u00e1-los a um valor exorbitante ou ainda encontrar uma loja muito especializada com um \u00f3timo acervo. Ent\u00e3o, a internet \u00e9 o ponto-chave para criar esse cen\u00e1rio mais diverso.\u201d explica D\u00e9bora.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o \u00e9 a facilidade com que qualquer pessoa pode se mostrar online. Isso acaba gerando um certo tipo de intera\u00e7\u00e3o e troca muito grande entre os jovens. \u201cCom a internet surgiu essa oportunidade onde todos podem subir conte\u00fado em forma de m\u00fasica, v\u00eddeo, foto, texto para livre acesso. Grupos minorit\u00e1rios que nunca se viram representados nos lugares, tiveram a oportunidade de criar esses espa\u00e7os e dialogar com pessoas que fazem parte daquele mesmo grupo. Assim acabaram surgindo essas comunidades de pessoas que t\u00eam muito em comum, que n\u00e3o se viam representadas pela m\u00eddia e que tem muito o que falar.\u201d destaca \u00c2ngela.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7os de streaming<\/strong><\/p>\n<p>Alguns streamings de m\u00fasicas e filmes s\u00e3o grandes facilitadores tamb\u00e9m de conte\u00fados de diferentes origens. \u00c9 bastante simples. Basta pegar o celular ou aparelho eletr\u00f4nico e acessar esses servi\u00e7o, onde e l\u00e1 existe um mundo de possibilidades. Ainda de acordo com o estudo realizado pela PwC realizado entre maio e junho de 2015, com 511 pessoas entre oito e 18 anos. Na na maior parte do tempo, o p\u00fablico mais jovem assiste s\u00e9ries e realities show na TV fechada. A Netflix \u00e9 um dos streamings favoritos e a televis\u00e3o o aparelho preferido.<\/p>\n<p>\u201cO spotify ajuda nessa dissemina\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas diferentes de outros pa\u00edses, pelo fato que n\u00e3o \u00e9 preciso um grande investimento financeiro, pessoas podem colocar seus trabalhos l\u00e1 sem gastar nada. J\u00e1 a Netflix, \u00e9 um caso muito interessante, como o cat\u00e1logo tem muitos filmes, s\u00e9ries de outros pa\u00edses algumas pessoas come\u00e7am a enxergar esse conte\u00fado\u201d, diz D\u00e9bora. Apesar da grande facilidade, ela aponta que o maior impulso desses servi\u00e7os s\u00e3o para conte\u00fados produzidos pelos Estados Unidos. \u201cMas o acesso a produtos de outros pa\u00edses hoje \u00e9 maior. Por\u00e9m a maioria das m\u00fasicas mais ouvidas ainda s\u00e3o em l\u00edngua inglesa, e os artistas que mais vendem s\u00e3o norte-americanos. A maioria do acervo dispon\u00edvel (e mais popularizado) na Netflix \u00e9 tamb\u00e9m norte-americano. Os algoritmos de recomenda\u00e7\u00e3o dessas plataformas ainda t\u00eam uma forte tend\u00eancia a promover produtos culturais em l\u00edngua inglesa.\u201d disse.<\/p>\n<p><strong>Pontos negativos<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a colunista da revista Continente, apesar dos jovens estarem mais abertos a outros tipos de produ\u00e7\u00f5es culturais, existem caracter\u00edsticas que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o positivas. \u201cExiste um comportamento de manada do consumo de cultura. H\u00e1 uma tend\u00eancia em se interessar por aquilo que est\u00e1 gerando compartilhamento e engajamento nas redes sociais durante um curto espa\u00e7o de tempo. Os produtos culturais t\u00eam pouco tempo de aprecia\u00e7\u00e3o e rapidamente s\u00e3o esquecidos. E sem contar que plataformas como YouTube, Netflix, Spotify criam bolhas para seus consumidores. Ent\u00e3o, apenas uma quantidade \u00ednfima do conte\u00fado e com perfil semelhante \u00e9 o que acaba sendo ofertado ao usu\u00e1rio.\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>Fen\u00f4meno<\/strong><\/p>\n<p>Algumas produ\u00e7\u00f5es que ganham cada vez mais espa\u00e7o no cora\u00e7\u00e3o dos adolescentes s\u00e3o europeus, africanos, indianos, hisp\u00e2nicos, mas um conte\u00fado que merece destaque \u00e9 o asi\u00e1tico. O fen\u00f4meno do Kpop, da Coreia, \u00e9 um exemplo. O ritmo domina as redes sociais e tem uma grande influ\u00eancia na gera\u00e7\u00e3o Z. Esse fen\u00f4meno mundial teve, para alcan\u00e7ar o sucesso, mais uma vez a ajuda da internet, e tamb\u00e9m de investimentos financeiros.<\/p>\n<p>\u201cEles cresceram muito por causa da internet, bombaram nas redes sociais com desafios de coreografias e com suas m\u00fasicas. Os \u00eddolos dessas bandas sempre foram muito produzidos para terem esse apelo com as pessoa mais jovens. Ent\u00e3o sempre o sucesso est\u00e1 atrelado ao investimento, se existe dinheiro para investir para que esses produtos culturais consigam atingir audi\u00eancias no mundo todo, ele vai chegar longe. Esse \u00e9 o motivo pelo qual passamos muitos anos com a hegemonia econ\u00f4mica dos Estados Unidos, eles tinham mais dinheiro.\u201d relata Angela.<\/p>\n<p>\u201cNo caso espec\u00edfico do Kpop, \u00e9 bom lembrar que seu sucesso se deve, em grande parte, a a\u00e7\u00f5es de incentivo da divulga\u00e7\u00e3o da cultura sul-coreana pelo governo federal.\u201d acrescenta D\u00e9bora. Outro exemplo de grande sucesso no mundo s\u00e3o os animes e mang\u00e1s derivados do Jap\u00e3o. \u201cO mang\u00e1\/anime \u00e9 um fen\u00f4meno mundial, de uma linguagem pr\u00f3pria, que cativa leitores e espectadores pela vastid\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.\u201d conclui.<\/p>\n<p><strong>Confira alguns exemplos de conte\u00fado que v\u00eam fazendo sucesso com a gera\u00e7\u00e3o Z: <\/strong><\/p>\n<p><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src='https:\/\/uploads.knightlab.com\/storymapjs\/bf63c1620936db59a251970758da6f82\/cultura\/draft.html#?secret=VBsCvOiB5W' data-secret='VBsCvOiB5W' width='700' height='700' frameborder='0'><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Consumo de conte\u00fados culturais por parte dos jovens ainda \u00e9 dominado por produ\u00e7\u00f5es norte-americanas, mas conte\u00fados de outros pa\u00edses t\u00eam ganhado destaque &nbsp; Desde o final de Segunda Guerra, a cultura mundial \u00e9 dominada pelos Estados Unidos com a pot\u00eancia do cinema de Hollywood, por exemplo, de movimentos musicais como blues, jazz e de grandes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2048,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[53],"tags":[54],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v18.5.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ser\u00e1 o fim da hegemonia cultural dos EUA entre o p\u00fablico jovem? 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