{"id":1762,"date":"2020-11-13T17:58:20","date_gmt":"2020-11-13T20:58:20","guid":{"rendered":"https:\/\/oberro.unicap.br\/edicoes\/2020_2\/?p=1762"},"modified":"2020-12-14T16:36:35","modified_gmt":"2020-12-14T19:36:35","slug":"consequencias-das-conexoes-virtuais-na-saude-mental-dos-usuarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oberro.unicap.br\/edicoes\/2020_2\/consequencias-das-conexoes-virtuais-na-saude-mental-dos-usuarios\/","title":{"rendered":"Consequ\u00eancias das conex\u00f5es virtuais na sa\u00fade mental dos usu\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<h6>Por Vittoria Fialho<\/h6>\n<p>Quantas vezes voc\u00ea j\u00e1 parou o que estava fazendo hoje para checar o celular? E as redes sociais? Est\u00e1 no celular nesse momento? Quando voc\u00ea acorda pela manh\u00e3 e abre os olhos, qual \u00e9 a primeira a\u00e7\u00e3o do seu dia? Conectar-se ao mundo virtual atrav\u00e9s da tela do celular foi a resposta de 70% dos jovens entre 15 e 20 anos, segundo a pesquisa Phone Life Balance, realizada pela empresa norte-americana Motorola em mar\u00e7o deste ano. O estudo aproxima duas no\u00e7\u00f5es que h\u00e1 muito tempo caminham juntas: o frequente uso das redes sociais e a sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>A facilidade de acessar o mundo em poucos cliques torna a possibilidade de conex\u00e3o cont\u00ednua tentadora. A estudante de pedagogia Kamila Oliveira, de 19 anos, confessa lembrar com dificuldade de quando pouco fazia uso das redes sociais. \u201cSei que comecei cedo quando percebo que passei por todas as redes sociais. J\u00e1 aos 8 anos eu tinha uma rotina com o Orkut e isso s\u00f3 se intensificou, at\u00e9 hoje, com Twitter e Instagram, principalmente. Se eu n\u00e3o me policio, passo horas\u201d, comentou.<\/p>\n<p>A jovem tamb\u00e9m comparou como o impacto das redes foi psicol\u00f3gica e emocionalmente sentidos. \u201cFrequento a psic\u00f3loga h\u00e1 tr\u00eas anos e foi muito interessante descobrir que muitas das minhas queixas, que inicialmente n\u00e3o fazia qualquer liga\u00e7\u00e3o, t\u00eam rela\u00e7\u00e3o com o intenso contato que tenho com as redes<br \/>\nsociais. Pude entender que boa parte das minhas inseguran\u00e7as tem como ponto de partida a internet\u201d, complementou.<\/p>\n<p>Do outro lado, a psic\u00f3loga Fl\u00e1via Maciel refor\u00e7a a fala de Kamila, pontuando que, apesar de entender os encontros com os pacientes como \u00fanicos, quando se trata de jovens entre 15 e 23 anos percebe pontos espec\u00edficos em comum. \u201cA rela\u00e7\u00e3o com as redes \u00e9 t\u00e3o intensa que eles n\u00e3o enxergam como algo \u00e0 parte. \u00c9 como nascer imerso nessa engrenagem que \u00e9 a internet, e aquilo ser parte de voc\u00ea. Mas os gatilhos n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 positivos, principalmente quando \u00e9 estabelecida uma rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia. Isso \u00e9 perigoso\u201d, disse.<\/p>\n<p>Fl\u00e1via citou uma pesquisa realizada pela revista americana The Atlantic, na qual foi discutido que o uso exagerado de internet e redes sociais pode ter rela\u00e7\u00e3o direta com o aumento exponencial de ansiedade e depress\u00e3o, para comentar que \u00e9 comum receber jovens com discursos sobre sintomas relacionados a dist\u00farbios como a ansiedade, mas que eles demoram a entender a origem.<\/p>\n<p>O estudo citado pela profissional foi utilizado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) para debater a forma como funcionalidades e finalidades de aplicativos como o WhatsApp, por exemplo, atrai uma utiliza\u00e7\u00e3o mais frequente. A facilidade do acesso \u00e9, tamb\u00e9m, chave para a intensa rela\u00e7\u00e3o. A troca de mensagens r\u00e1pidas atrav\u00e9s da rede possibilita uma comunica\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea, caracter\u00edstica forte entre os jovens.<\/p>\n<p>Ainda sobre a imers\u00e3o provocada pelo consumo cont\u00ednuo das redes, Fl\u00e1via aponta que, ainda que haja a percep\u00e7\u00e3o dos malef\u00edcios por parte dos jovens, \u00e9 recorrente ouvir frases como \u201csei que n\u00e3o deveria, mas n\u00e3o consigo evitar\u201d. No entanto, a psic\u00f3loga relata que, apesar de soar \u2013 e, de fato, ser preocupante -, o entendimento da gravidade n\u00e3o \u00e9 facilmente absorvido pelos jovens, al\u00e9m de muitas vezes ser assimilado como um diagn\u00f3stico final, quando muitos desconsideram a continuidade no tratamento.<\/p>\n<h3>\u201cO endeusamento da conex\u00e3o\u201d<\/h3>\n<p>Beatriz Gallindo, 23, \u00e9 estudante de jornalismo e, desde os 13 anos, quando j\u00e1 havia escolhido o caminho a trilhar na universidade, comenta escutar a import\u00e2ncia de se manter informada, muita vezes apoiada em um \u201ca todo custo\u201d, mas que descobriu da \u201cpior forma\u201d a relev\u00e2ncia de se organizar at\u00e9 mesmo para consumir informa\u00e7\u00f5es. \u201cA produ\u00e7\u00e3o de not\u00edcias \u00e9 algo muito intenso, e muitas vezes a gente, que estuda e trabalha na \u00e1rea, endeusa uma conex\u00e3o que nem sempre \u00e9 saud\u00e1vel, apesar de importante. \u00c9 preciso filtrar essa necessidade\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>A jovem sublinhou, ainda, a urg\u00eancia do consumo de informa\u00e7\u00f5es em meio \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, situa\u00e7\u00e3o que \u201cpotencializa\u201d, de acordo com Beatriz, uma ansiedade que ainda n\u00e3o foi desvendada pela estudante. \u201cTem sido complicado. Continuei trabalhando, ou seja, ler e pesquisar sobre o que acontece no pa\u00eds est\u00e1 na minha rotina, e n\u00e3o como uma escolha. As not\u00edcias me impressionam,<br \/>\nprincipalmente em meio \u00e0 pandemia, porque escrevo sobre situa\u00e7\u00f5es que j\u00e1 aconteceram com familiares. Lidar com tudo isso em um momento de isolamento social \u00e9 bastante duro pro psicol\u00f3gico\u201d, relatou.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga Tha\u00eds Le\u00e3o, que manteve o atendimento online durante a pandemia, comentou, em linhas gerais, as diferen\u00e7as percebidas durante o processo, novidade para as duas partes da \u2018rela\u00e7\u00e3o\u2019. \u201cCostumo dizer que n\u00f3s, que trabalhamos diretamente com pessoas, ganhamos muito no olho no olho. \u00c9 um trabalho que requer conquistar a confian\u00e7a. Mas considero o resultado positivo. Foi muito frequente escutar sobre \u2018estar perdido\u2019 dentro de casa. E essa sensa\u00e7\u00e3o sempre acompanhava falas relacionando-a com sintomas de ansiedade e\/ou depressivos, principalmente no in\u00edcio da isolamento\u201d, disse.<\/p>\n<p>De acordo com estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado pela revista The Lancet, os casos de depress\u00e3o aumentaram 90% e o n\u00famero de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de mar\u00e7o e abril deste ano. A mudan\u00e7a brusca de rotina que a pandemia causou na vida das pessoas uma necessidade de readapta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o foi absorvida por todos da mesma forma, intensificando problemas de teor\u00a0 psicol\u00f3gico e emocional.<\/p>\n<h3>\u201cUm caminho necess\u00e1rio de decifrar\u201d<\/h3>\n<p>Luana Maria, 25 anos, rec\u00e9m formada em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica pela Universidade de Pernambuco (UPE), estava h\u00e1 dois meses ministrando aulas de atividades funcionais na praia de Piedade, no munic\u00edpio de Jaboat\u00e3o dos Guararapes, quando a pandemia a impossibilitou de continuar. A professora revelou que a persist\u00eancia de voltar a trabalhar teve como principal motivo, para al\u00e9m do financeiro, o lado mental. Ap\u00f3s intensos cinco anos enfrentando crises de p\u00e2nico e com dificuldades de sair de casa, Luana decidiu unir a praia, um ambiente que serviu em importantes momentos da vida como \u201cum local de reencontro com a paz\u201d, \u00e0 profiss\u00e3o que escolheu.<\/p>\n<p>\u201cO impacto foi imediato. Estava come\u00e7ando a sair de casa sozinha depois de anos e podendo fazer algo que amo. Durante os cinco anos que enfrentei diariamente todos aqueles sintomas, que coincidiu com a gradua\u00e7\u00e3o, me vi muito dependente das redes sociais. Parecia um ciclo sem fim, uma grande bola de neve. Quando finalmente me vi distante dessa depend\u00eancia, tive que me reinventar\u201d, revelou.<\/p>\n<p>Luana comentou a tentativa de passar um per\u00edodo sem utilizar o aparelho celular, que ela definiu como \u2018um caminho necess\u00e1rio de decifrar\u2019. \u201cNa mesma \u00e9poca que vivia na base de rem\u00e9dios foi tamb\u00e9m um momento de muita retid\u00e3o, tendo as redes sociais como principal portal de comunica\u00e7\u00e3o. Era atrav\u00e9s de postagens que tentava demonstrar que estava bem, tamb\u00e9m para mim mesma. Isso por muito tempo<br \/>\nparecia amenizar, e talvez at\u00e9 ajudou, mas o saldo negativo foi imenso. A cada dia tenho mais certeza\u201d, relatou.<\/p>\n<p>A educadora ainda exp\u00f4s a tentativa, por conta pr\u00f3pria, de passar um per\u00edodo sem utilizar as redes sociais. Ela revelou que \u2018a gota d\u2019\u00e1gua\u2019 foi quando precisou passar uma semana sem o celular, \u00fanico meio que tinha para acessar a internet, e percebeu mudan\u00e7as bruscas de humor. Luana comentou ter sido \u201cinvadida pela sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o ter o que fazer\u201d, com rea\u00e7\u00f5es que preocuparam at\u00e9 mesmo seu irm\u00e3o mais novo, que passou seis meses em sua casa.<\/p>\n<p>Durante \u201ca maior batalha\u201d que enfrentou, Luana realizou todo o tratamento atrav\u00e9s do atendimento psicol\u00f3gico gratuito, pelo N\u00facleo de Telessa\u00fade (Nutes) da UFPE. O fato de ser \u00e0 dist\u00e2ncia, de acordo com a professora, a ajudou no seguimento das consultas, j\u00e1 que em meio aos di\u00e1rios sintomas enfrentou a resist\u00eancia a sair de casa.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/uploads.knightlab.com\/storymapjs\/b82954ec244f8873c9682fbce6c62794\/atendimento-psicologico-gratuito-na-rmr\/index.html\" width=\"100%\" height=\"800\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>\u201cEssa acessibilidade foi importante demais. Mas perceber essa depend\u00eancia \u00e9 muito duro. Muitas vezes algu\u00e9m observa, comenta, e a gente n\u00e3o tem a percep\u00e7\u00e3o. No meu caso, que sempre fui muito s\u00f3,\u00a0 entender isso depois de tanto tempo foi complicado. Mas sei o quanto foi necess\u00e1rio aquele momento\u201d, finalizou.<\/p>\n<h3>Reprodu\u00e7\u00e3o do real na fic\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A complexidade e a fragilidade da mente s\u00e3o ingredientes comumente adicionados a um drama. No entanto, muito al\u00e9m da representa\u00e7\u00e3o, a utiliza\u00e7\u00e3o de temas como ansiedade e depress\u00e3o &#8211; levando em conta, tamb\u00e9m, as caracter\u00edsticas atribu\u00eddas aos personagens &#8211; fomentam o imagin\u00e1rio, contemplando \u201cachismos\u201d e ideias desconectas \u00e0 realidade desses transtornos. Al\u00e9m de, devido a retratos irreais,<br \/>\nperpetuar estigmas acerca do profissional de sa\u00fade mental, bem como do paciente.<\/p>\n<p>A plataforma de streaming Netflix produziu, em mar\u00e7o de 2017, o seriado norte americano 13 Reasons Why (Os 13 porqu\u00eas), no qual Hannah Baker, protagonista que comete suic\u00eddio, deixa 13 fitas detalhando os motivos pelos quais tirou sua vida. Ap\u00f3s a estreia, a repercuss\u00e3o foi alvo de pesquisas, na tentativa de medir o impacto da s\u00e9rie para o p\u00fablico, principalmente nos jovens que se viram na personagem constru\u00edda.<\/p>\n<p>Um estudo feito por pesquisadores do Hospital de Cl\u00ednicas de Porto Alegre analisou respostas de 21.062 adolescentes, entre 12 e 19 anos, para entender at\u00e9 que ponto a s\u00e9rie pode ter influenciado o pensamento e o comportamento dos consultados.<\/p>\n<p>Como resultados, entre os adolescentes sem sintomas de depress\u00e3o ou pensamentos suicidas antes de ver a s\u00e9rie, 4,7% responderam ter passado a pensar mais em tirar a pr\u00f3pria vida, um n\u00famero considerado &#8220;preocupante&#8221; pelos autores do estudo. Naqueles mais vulner\u00e1veis \u2013 sofrendo com depress\u00e3o e tendo cogitado o suic\u00eddio anteriormente \u2013 o aumento foi ainda mais expressivo: 21,6%<br \/>\ntiveram mais idea\u00e7\u00e3o suicida ap\u00f3s 13 Reasons Why. Por outro lado, nesse mesmo grupo, 49,5% disseram ter passado a conviver com menos pensamentos suicidas ap\u00f3s ver a s\u00e9rie.<\/p>\n<p>Em uma outra perspectiva, no entanto, um estudo baseado no Manual de Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais (DSM) mostrou que a representa\u00e7\u00e3o de transtornos mentais na maior parte dos filmes \u00e9 bastante real. Ainda de acordo com a pesquisa, o fato dos sintomas aparecerem no contexto de<br \/>\nvida dos personagens, n\u00e3o apenas num \u00fanico encontro cl\u00ednico, contribui para uma melhor representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Dessa forma, tendo em vista a pluralidade de an\u00e1lises a respeito do retrato feito de dist\u00farbios e doen\u00e7as ligadas ao mental e psicol\u00f3gico, duas principais proje\u00e7\u00f5es s\u00e3o determinantes para a forma que a hist\u00f3ria chegar\u00e1 ao p\u00fablico: a constru\u00e7\u00e3o do personagem e a forma que ele lida com os sintomas. Logo, os olhos atentos quanto \u00e0 forma que a figura ser\u00e1 caracterizada \u00e9 determinante, principalmente no que diz\u00a0 respeito \u00e0 responsabilidade de tratar temas sens\u00edveis e s\u00e9rios no audiovisual.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Vittoria Fialho Quantas vezes voc\u00ea j\u00e1 parou o que estava fazendo hoje para checar o celular? E as redes sociais? Est\u00e1 no celular nesse momento? Quando voc\u00ea acorda pela manh\u00e3 e abre os olhos, qual \u00e9 a primeira a\u00e7\u00e3o do seu dia? 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